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Creppypasta – SLENDER MAN.

Slender Man

não se cague ainda, tem muito mais por vir D:

Uma das mais populares lendas urbanas atualmente nos Estados Unidos ( e no mundo).  A lenda,  segundo alguns, foi criada no japão. Onde as crianças saiam de noite para ir brincar em florestas, vendo o risco, os país decidiram criar um monstro, para que as crianças ficassem com medo e não saíssem de casa de noite, e assim foi criado o Slendenderman,  até então, isso era apenas uma lenda… O Slenderman é descrito como uma criatura obscura, incrivelmente alta e magra. Dotada de longos braços que se estendem a distâncias impossíveis para agarrar suas presas (e algumas vezes retratados como se fossem tentáculos). Para alguns a coisa aparece vestida com uma espécie de terno e gravata escuros, mas em outras vezes ele é apenas uma sombra mais ou menos humanóide e delgada. Para adicionar um detalhe perturbador,  o Slenderman não possui rosto. Sua face é um borrão desfigurado sem olhos,  nariz ou boca que podem ser discernidos.

A principal motivação do Slenderman aparentemente era sequestrar e matar crianças. Ele era visto pouco antes do desaparecimento de uma criança ou do desaparecimento simultâneo de várias crianças de uma unica vez. A criatura parece preferir atacar em silêncio, espreitando à distância, oculto em florestas cobertas por nevoeiro espesso ou então em ambientes urbanos escuros como becos,  vielas e sob viadutos. Nesses ambientes ele pode se misturar com a paisagem evitando ser visto claramente por testemunhas.

Crianças são capazes de perceber a sua presença ainda que adultos falhem em detectá-lo, exceto pelo acaso, como quando tiram fotografias ignorando que a criatura está no background observando. Por alguma razão a criatura sempre esta perto de uma área onde crianças se reúnem: parquinhos, escolas, jardins, playgrounds… Segundo o mito, crianças que passam a ser perseguidas pelo Slenderman experimentam pesadelos recorrentes antes de desaparecer sem deixar vestígios.

Não tente fugir. Não olhe para trás.

Agora, vamos a creppypasta:

Um senhor de meia idade chamado Jasper Talbot, morador de Denver contou uma estória que teria ocorrido quando ele era criança pelos idos dos anos 50. Uma estória que o marcou para sempre:

Lembro até hoje que quando nos aproximamos, Buck, nosso pastor alemão, estava latindo. Encontramos a porta do depósito semi-aberta e tivemos uma sensação desagradável, como se alguém estivesse nos observando. Ficamos parados por alguns instantes com medo de nos virar enquanto Buck rosnava e latia. Minha irmã então me segurou forte pela mão, apertando com muita força. Sua face estava petrificada, a boca aberta em um grito que não conseguia sair e os olhos arregalados com terror inenarrável. Eu olhei na direção em que ela estava voltada e então vi também! Era horrível, estava nos observando por cima da cerca — que media quase dois metros de altura. Mesmo assim, era tão alto que a cerca só chegava  na metade de seu peito. Ele vestia uma espécie de terno preto, seu rosto era um borrão de sombras onde só era possível divisar uma silhueta escura. Mas o pior eram os braços, pareciam duas longas cobras que serpenteavam se esgueirando por cima da cerca, os dedos tão longos que iam até quase o chão. Ele não disse nada, mas quando os braços se esticaram ainda mais, consegui gritar e minha irmã rompeu o transe em que estava. 


Nós corremos para casa sem olhar para traz, corremos até entrar pela porta aos berros dizendo que o diabo estava atrás de nós. Meu pai foi até lá fora, ele sabia que seus filhos não eram mentirosos e que deveriam ter realmente visto alguma coisa que os assustou terrivelmente. Um estranho talvez. Ele levou com ele a arma e voltou alguns minutos depois com uma expressão pálida e perturbada. Meu pai sempre foi um homem sério e rígido que serviu na Coréia e viu algumas coisas realmente horríveis. Ele mandou que minha mãe ligasse para a polícia e trancasse a porta e até o momento que a viatura chegou, montou guarda na janela em silêncio. Meu pai nunca disse o que encontrou e se limitou a dizer que nosso cachorro havia fugido. Eu sempre soube que alguma coisa o havia perturbado muito e que nosso cão não iria simplesmente embora. Nós vivemos naquela casa por mais alguns meses e nos mudamos para uma outra mais próxima da cidade. Não sei até que ponto a decisão foi motivada pelo que aconteceu, mas tenho certeza que aquilo teve influência. Quando eu li à respeito dessa coisa que as pessoas estão falando eu a reconheci imediatamente. Nunca esqueci o que vi e sei que não imaginei nada daquilo.

Então o que está acontecendo? Encontros com uma entidade semelhante ao Slenderman poderiam estar acontecendo há décadas? Será que existe algum fundo de verdade nas narrativas feitas pelas testemunhas? Haveria uma presença demoníaca tomando forma para assustar crianças e fazer adultos desaparecer para sempre?

O Slenderman é uma lenda recente, sabemos como e onde ela surgiu, mas será que ela deixou de ser uma lenda e se tornou algo mais? Talvez nunca saibamos ao certo… o mais provável é que nada disso seja verdade, mas como saber ao certo o que espreita na escuridão?”

 

E não acaba por aí, recentemente também foi Criado um jogo sobre o temido slenderman. O jogo é um Indie, e pode ser baixado de graça. * link no final do post*

Também existe vídeos de aparições e documentários sobre o slenderman, segue abaixo.

Documentário:

Vídeo em que supostamente o Slenderman é filmado:

Gameplay do Jogo ” Slender”, com o mítico guro do himalaia!

e se ainda não é inscrito no canal do ZegraçaGames, clique aqui para se inscrever! *u*

E agora, se você ainda tiver coragem para jogar o jogo, aqui está o link para Download:

Download para Windowshttp://www.4shared.com/zip/RUMATS8Z/Slender_v0_9_4.html
Download para Machttp://www.4shared.com/zip/Vn632_dM/Slender_v0_9_4_mac.html

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Creepypasta: Bob Esponja.

O quê você irá ler a seguir é uma creepypasta, que não passam de lendas difundidas e criadas na internet, a maioria delas são fakes, mais e se for de verdade? Confira abaixo creppypasta: Bob esponja.

Nota do autor: Se você gosta desse desenho, Não leia.

“Red Mist” (Névoa vermelha) é uma fita contendo um episódio inédito de Bob Esponja, criada por um animador escocês, agora preso, que queria apresentar a fita como o primeiro episódio da quarta temporada, apresentando a morte de Lula Molusco. Até agora houveram dois relatos contando a história a seguir, uma de um estagiário e a segunda do próprio editor do canal da Paramount que viu o vídeo. O texto a seguir é a versão do estagiário da Nick,  Chaz agnew, porém com o acréscimo de alguns trechos do segundo relato para melhor descrição do episódio. Boa leitura!

Eu era um residente nos estúdios da Nickelodeon em 2005, por causa da minha graduação em animação. Eu não era pago, claro, a maioria dos residentes não são, mas tive algumas vantagens além do aprendizado. Para os adultos não é grande coisa, mas a maioria das crianças na época se matariam por isso, já que trabalhava com editores e animadores, eu conseguia ver os novos episódios dias antes de serem lançados.

Eles tinham recentemente feito o filme do Bob Esponja e com isso a criatividade da equipe teria ficado um pouco esgotada, o que atrasou o início da quarta temporada. Mas o verdadeiro motivo do atraso foi bem mais perturbador. Houve um problema com o primeiro episódio da quarta temporada que atrasou o desenvolvimento por vários meses.

Eu e dois outros estagiários estavamos na sala de edição, juntamente com os animadores e editores de som para o corte final. Nós recebemos uma cópia do que seria o episódio “Medo de Hambúrger de Siri” e nos juntamos em frente à tela para assistir. Os animadores geralmente colocavam títulos engraçados, numa espécie de piada interna entre nós, já que a animação ainda não estava finalizada, nada particularmente engraçado. Então quando lemos o título “O Suicídio do Lula Molusco” não pensamos em nada além de que seria uma piada mórbida. Um dos residentes até riu do título. A música tema tocava normalmente.

A história começou com o Lula Molusco se preparando para praticar com a clarineta em sua casa enquanto Bob Esponja e Patrick brincam do lado do fora. Lula Molusco coloca a boca na clarineta e só consegue tocar algumas notas antes de ser interrompido por alguém batendo em sua porta. Ele desce as escadas e abre a porta, encontrando um vendedor ambulante.

O vendedor, um peixe escocês gigante, pergunta se ele poderia ter um momento com Lula Molusco. Mas este diz que não está interessado e bate a porta na cara do vendedor, andando de volta para seu quarto. O vendedor bate à porta mais uma vez, e Lula Molusco abre a porta irritado. O vendedor, parecendo bem triste, diz à Lula Molusco que “a névoa vermelha está vindo” e vai embora, deixando um Lula Molusco confuso para trás. Ele volta para seu quarto e continua a praticar com a clarineta.

avatar_80942292a169_128Depois de tocar algumas notas bem erradas, Bob Esponja e Patrick começam a rir do lado de fora, interrompendo Lula Molusco mais uma vez. Ele olha pela janela e grita com os dois, dizendo que ele precisa praticar para um concerto que teria. Bob Esponja e Patrick se desculpam com lágrimas nos olhos e vão para suas casas. Lula Molusco, incerto de si mesmo, volta a praticar com sua clarineta mais uma vez, agora sem ser interrompido.

A cena então vai se “apagando” em vermelho e permanece assim por doze segundos. Talvez por causa de um erro, a mesma cena repete mais uma vez, o que provavelmente deve ser comum em edições básicas de animação. Entretanto, dessa vez, os olhos dos personagens foram substituídos por novos, mais realísticos e com pupilas vermelhas. Não há mais áudio nessa cena, tirando alguns “cliques” ocasionais.

Depois da repetição da cena anterior, uma nova começa, com os mesmos olhos vermelhos nos personagens. Agora todos estão no teatro, onde Lula Molusco está tocando sua clarineta. Os quadros da animação “pulam” a cada quatro segundos, mas o som permanece sincronizado. Depois de uma apresentação ruim da música que ele mesmo intitulou “Red Mist”, Bob Esponja e Patrick são vistos na platéia vaiando Lula Molusco.

Neste ponto que as coisas começaram a ficar estranhas. Durante o show, alguns quadros se repetem, mas o som não (neste ponto é o som sincronizado com a animação então sim, não é comum), mas quando ele pára de tocar, o som termina como se o show nunca tivesse acontecido. Há um rápido murmúrio e o público começa a vaiá-lo. Não é vaiar o Lula Molusco que é incomum no show, mas você poderia muito bem sentir o desespero dele. Daí mostra Lula Molusco em full frame, que olha visivelmente com medo.

A cena muda para a multidão, com Bob Esponja no centro da tela, que também está vaiando. No entanto, essa não é a coisa mais estranha. O que é estranho é que todos tinham os olhos hiper realistas. Muito detalhado. Claro que não eram olhos de pessoas reais, mas algo um pouco mais real que CG. Alguns de nós nos olhamos durante a cena, obviamente confusos. A cena muda para o Lula Molusco, sentado na beira de sua cama, olhando muito desamparado. O ponto de vista de sua janela vigia é de um céu noturno por isso não é muito tempo após o concerto. A parte preocupante é que neste ponto não há som. Literalmente, sem som. Nem mesmo o feedback dos alto-falantes na sala. É como se os altofalantes fossem desligados, embora o seu estado lhes mostrou funcionando perfeitamente. Ele apenas ficou lá, piscando, neste silêncio por cerca de 30 segundos, então ele começou a soluçar baixinho.

Ele colocou as mãos (os tentáculos) sobre os olhos e chorou em silêncio por quase um minuto, ao mesmo tempo em que um som no fundo começa a crescer muito lentamente a partir do nada para quase inaudível. Soou como uma leve brisa por uma floresta. A tela começa muito lentamente a aumentar o zoom em seu rosto. Seu choro fica mais alto, mais cheio de mágoa e raiva. A tela começa com algumas distorções, como uma TV com sinal ruim e logo volta ao normal. O som fica mais alto e lentamente, mais grave, como se uma tempestade estivesse se formando em algum lugar.

A parte assustadora é o som e os soluços de Lula Molusco, parecia real, como se o som não viesse dos alto-falantes ou se os alto-falantes fossem apenas buracos e o som estivesse vindo do outro lado. Por baixo do som do vento e soluçar, muito fraco, ouvia-se algo que parecia rir. Após cerca de 30 segundos neste clima, a tela ficou borrada e se contorceu violentamente e algo brilhou sobre a tela, como se um único quadro fosse substituído. O animador principal pausou e voltou quadro a quadro. O que vimos era horrível. Era a foto de uma criança morta. Ele não tinha mais do que 6 anos. O rosto estava desfigurado e ensanguentado, um olho arrancado e o estômago aberto com as entranhas caíndo ao seu lado. Ele estava deitado em uma espécie de pavimento, provavelmente uma estrada. A parte mais assustadora era a sombra do fotógrafo. Não havia fita de isolamento, nem marcadores de evidência, e o ângulo era totalmente diferente daqueles de uma foto policial. Parecia que o fotógrafo era a pessoa responsável pela morte da criança.

Depois que essa foto aparece, a cena volta para Lula Molusco soluçando, muito mais alto do que antes, e o que parece ser sangue escorre de seus olhos ao invés de lágrimas. O riso, que lembra o riso do vendedor no início do episódio, pode ser ouvido ainda. O som de vento na floresta também pode ser ouvido em som alto, com o som de galhos sendo quebrados e de crianças gritando. Depois de vinte segundos, outro quadro aparece, agora com uma menina de mais ou menos oito anos morta, caída de barriga pra baixo em uma poça de sangue, aparentemente na mesma floresta da foto do menino. Suas costas estão abertas e suas entranhas empilhadas sobre ela. Novamente o corpo estava na rua, e a sombra do fotógrafo era visível, muito similar no tamanho e forma vistos na primeira foto. Eu me segurei para não vomitar, e outra residente, a única mulher da sala, saiu correndo.

O episódio continuou, Lula Molusco ficou em silêncio, assim como todo o som, como era quando começou essa cena. Ele colocou seus tentáculos para baixo e seus olhos estavam agora feito em hiper realismo como os outros estavam no começo deste episódio.

Eles estavam sangrando, vermelhos e pulsantes. Ele só olhou para a tela, como se estivesse assistindo ao telespectador. Após cerca de 10 segundos, ele começou a chorar, desta vez não cobrindo seus olhos. O som era penetrante e forte, aos poucos o som de seus soluços foi novamente misturado com gritos de crianças. O som do vento voltou, assim como a risada ao fundo, dessa vez a próxima foto que aparecera durou por cinco quadros.

O animador conseguiu parar a cena no quarto quadro. Dessa vez a foto era de um garoto, da mesma idade da primeira criança, mas dessa vez a cena era diferente: as entranhas estavam sendo puxadas para fora de um corte no estômago por uma mão grande.

O animador continuou. Era difícil de acreditar, mas a foto seguinte era a mesma, mas havia algo de diferente nela, algo que não conseguíamos perceber exatamente. O animador voltou para o primeiro quadro e os acelerou. Eu vomitei no chão e os editores de animação e som ficaram mortificados com o que viram. Os cinco quadros, quando acelerados juntos, pareciam quadros de um vídeo. Podíamos ver a mão lentamente erguer as tripas da criança, vimos os olhos dela focarem-se em seu assassino, nós até vimos, em dois frames, a criança piscar.

O diretor de edição de som nos mandou parar, ele tinha que ligar para o criador da série e mandá-lo ver aquilo. Mr. Hillenburg chegou depois de 15 minutos. Ele estava confuso com o porquê de ter sido chamado ali, o editor continuou o episódio.

Após aqueles quadros terem passado, toda a gritaria e todo som parara novamente. Lula Molusco estava apenas encarando o espectador, seu rosto estava na tela toda. A cena afastou-se e aquela voz profunda disse “FAÇA”. A câmera rapidamente se afasta para revelar que Lula Molusco está segurando uma arma. Lula Molusco ergue o cano da arma para sua boca e atira. Sangue espirra de sua cabeça e a tela corta para estática (o famoso “chiado”).

Os últimos cinco segundos do episódio mostrava seu corpo na cama, um olho pendurava-se para fora do que restava de sua cabeça, encarando o nada. Então o episódio acabou. Mr. Hillenburg obviamente ficou furioso com aquilo. Ele imediatamente quis saber o que diabos estava acontecendo. Muitas pessoas já haviam deixado a sala àquela altura, então apenas alguns de nós assistimos ao episódio novamente. Ver o episódio mais uma vez apenas colaborou para fixar mais ainda tudo na minha mente e me causar pesadelos terríveis. Me arrependo de ter ficado.

Como resultado deste incidente, três animadores (Barry O’Neill, Grant Kirkland Jr. e Alyssa Simpson) foram mandados para o hospital, um editor se aposentou (Fernando de la Peña) e um residente (Jackie McMullen) cometeu suicídio. A fita foi enviada para a polícia, que determinou que a animação havia sido criada por Andrew Skinner, um animador escocês. Ele foi acusado por nove assassinatos, incluindo o das duas crianças que aparecem na fita.

Uma cópia da fita foi feita (antes da polícia confiscar a original) por Chaz agnew. Agnew fez várias tentativas de distribuir as cópias da fita de Skinner e espera poder lançá-las em site de leilão online em breve.

O vídeo abaixo mostra um trecho de 49 segundos do vídeo original, a penúltima cena do episódio. Foi o primeiro trecho liberado por Agnew, após isso alguns fãs fizeram uma montagem, um “remake” caseiro do episódio.

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